Quem precisa de super -heróis quando temos o Elon Musk?

Quem precisa de super -heróis quando temos o Elon Musk? 
Olha a velocidade dessa internet…
Ela é a nível global.

Brincadeiras a parte, a neutralidade da rede, será em breve o debate que vai decidir uma parte considerável desse e do próximo século.
Porém fica a pergunta…

O que é neutralidade da rede?

Neutralidade da rede é um princípio básico da internet, um dos pilares para que a rede continue seja livre e aberta.

A internet nada mais é que uma rede de múltiplos pontos de acesso que trocam informações entre si através de pacotes de dados. 

A neutralidade da rede prega que todos os pacotes de dados sejam tratados de forma igual pelas operadoras e provedores de internet.

Na prática, isso faz com que as operadoras não possam bloquear, aumentar ou reduzir a velocidade de determinados tipos de dado. 

Então não importa se o usuário está vendo Netflix ou mandando WhatsApp: os dados devem ser tratados de forma igual.

Isso significa que, sob a neutralidade da rede, as operadoras não podem cobrar mais para quem quiser utilizar determinados serviços, ou em instância última, reduzir a velocidade ou bloquear a conexão dos usuários. 

Além disso, as empresas não podem pagar às operadoras para ter preferência no pacote de dados – o que pode ser uma vantagem competitiva enorme. 

Para os defensores da neutralidade da rede, isso estimula a inovação e a competição livre no mercado.

Quem apoia e quem é contra a neutralidade da rede?

Ativistas de direitos digitais, startups e empresas de tecnologia, de modo geral, são a favor da neutralidade da rede. 

Já as operadoras e os setores mais liberais da economia são contra a neutralidade, por acreditarem que se trata de uma regulação muito pesada, que limita as possibilidades de ganho das empresas.

Operadoras locais, como a AT&T, a Verizon e a Comcast advogam contra a neutralidade nos Estados Unidos.

Já companhias como Amazon, Spotify, Google, Facebook, Twitter, Twitch, Netflix, Spotify, Airbnb e Snap já se manifestaram abertamente nos últimos meses contra a tentativa da FCC de acabar com a neutralidade. 

Elas argumentam que o fim do princípio iria dificultar a inovação no país, uma vez que sites pequenos precisariam pagar para as operadoras de telecomunicações para conseguirem ser acessados por usuários.

Grandes nomes do mercado de tecnologia, como Steve Wozniak, cofundador da Apple, e Tim Berners-Lee e Vint Cerf, considerados pioneiros da internet, também se posicionaram a favor da neutralidade. 

Em carta conjunta, os pioneiros declararam que a FCC não entende como a internet funciona e que a entidade formulou sua proposta com base em erros.

Como a internet foi projetada originalmente?

Esta não era a forma como a Internet foi projetada para ser. 

No seu nível técnico mais profundo, a internet foi projetada para evitar os pontos centrais de controle que agora a comandam. 

O esquema técnico emergiu de uma filosofia ainda mais profunda.
Os projetistas da internet entenderam que as redes de comunicação ganham novos poderes através dos seus nós finais – ou seja, através dos novos dispositivos e serviços que se conectam à rede, em vez dos computadores que gerenciam o tráfego na rede. 

Isso é conhecido como o princípio de “fim-a-fim” do design de rede, e basicamente explica por que a internet levou a tantas inovações mais do que as redes centralizadas que vieram antes, tais como a antiga rede telefônica.

O poder singular da internet, em seus dias iniciais de corrida ao ouro, era sua flexibilidade. 

As pessoas poderiam imaginar uma série fantástica de novos usos para a rede, e tão rápido como isso, poderiam construí-los e implantá-los – um site que vendeu livros, um site que catalogou a informação do mundo, um aplicativo que permite que você “tome emprestado” música popular de outras pessoas, uma rede social que pode conectá-lo a qualquer um.

Não foi necessário permissão para fazer nada disso; algumas dessas inovações arruinaram as indústrias tradicionais, algumas alteraram fundamentalmente a sociedade, e muitas delas eram legalmente questionáveis. 

Mas a internet significava que você poderia simplesmente lançar a novidade, e se funcionasse, o resto do mundo rapidamente iria adotá-la.

Eu Sergio, pessoalmente, amo a ideia de poder criar, e deixar o mercado avaliar minhas criações e não precisar depender de aprovação nenhuma para poder administrar isso.

Ou todos podem criar e competirem no mesmo nível, ou a internet perde uma parte significativa do seu propósito original.

E assim teremos um nível de monopólio que faria os atuais parecerem brigas de criança pelo controle da rua.

fonte da pesquisa Farhad Manjoo – The New York Times.

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